sábado, 25 de abril de 2026

Gore Verbinski diz que usa IA, mas critica excesso: 'Devemos ficar atentos'

Mais conhecido por dirigir os três primeiros filmes da saga 'Piratas do Caribe', o diretor comentou seu mais novo longa, "Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra", ficção científica que alerta sobre os efeitos nocivos da inteligência artificial.

Verbinski afirmou que a urgência do tema veio do impacto da IA e das redes sociais na vida das pessoas. O filme é estrelado por Sam Rockwell, que interpreta um viajante do tempo com um objetivo: recrutar pessoas dispostas a ajudá-lo a salvar o planeta de uma inteligência artificial.

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Sou muito familiarizado com imagens de IA geradas por computadores, usamos o tempo todo. Eu gosto de conhecer e entender isso. Mas acho que tenho um problema particular com como a AI está sendo usada. Existem algumas coisas que eu acho que podemos usar IA para processar e resolver problemas, mas quando ela passa em frente ao processo criativo, eu acho que é aí que temos um problema.
Gore Verbinski

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Verbinski defendeu que, apesar de ajudar a "processar e resolver problemas", a IA não pode substituir atividades que, para ele, passam pelo que torna as pessoas humanas: "Eu não preciso que a IA escreva uma poesia para mim. Tem certas coisas que nos fazem humanos e contar histórias é uma delas".

Então, acho que devemos estar muito atentos, não apenas ao processo criativo, com a IA tentando terminar sua frase ou se colocar à sua frente, mas também na função de busca. Às vezes, você quer divagar, você acha que sabe o que está


Gore Verbinski diz que usa IA, mas critica excesso: 'Devemos ficar atentos'

Mais conhecido por dirigir os três primeiros filmes da saga 'Piratas do Caribe', o diretor comentou seu mais novo longa, "Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra", ficção científica que alerta sobre os efeitos nocivos da inteligência artificial.

Verbinski afirmou que a urgência do tema veio do impacto da IA e das redes sociais na vida das pessoas. O filme é estrelado por Sam Rockwell, que interpreta um viajante do tempo com um objetivo: recrutar pessoas dispostas a ajudá-lo a salvar o planeta de uma inteligência artificial.

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Sou muito familiarizado com imagens de IA geradas por computadores, usamos o tempo todo. Eu gosto de conhecer e entender isso. Mas acho que tenho um problema particular com como a AI está sendo usada. Existem algumas coisas que eu acho que podemos usar IA para processar e resolver problemas, mas quando ela passa em frente ao processo criativo, eu acho que é aí que temos um problema.Gore Verbinski

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Verbinski defendeu que, apesar de ajudar a "processar e resolver problemas", a IA não pode substituir atividades que, para ele, passam pelo que torna as pessoas humanas: "Eu não preciso que a IA escreva uma poesia para mim. Tem certas coisas que nos fazem humanos e contar histórias é uma delas".

Então, acho que devemos estar muito atentos, não apenas ao processo criativo, com a IA tentando terminar sua frase ou se colocar à sua frente, mas também na função de busca. Às vezes, você quer divagar, você acha que sabe o que está procurando, mas existe um processo de descoberta que eu não quero eliminar. Gore Verbinski

de descoberta que eu não quero eliminar.

Gore Verbinski

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sábado, 18 de abril de 2026

MENSAGEM DE ANÁPOLIS COMPLETA 70 ANOS

 sábado, 18 de abril de 2026

MENSAGEM DE ANÁPOLIS COMPLETA 70 ANOS


Capítulo 1


Aos ventos que virão 


18 de Abril de 1956


MENSAGEM DE ANÁPOLIS 70 ANOS


 Hoje completam se 70 Anos da Mensagem de Anápolis enviada ao Congresso Nacional pelo Presidente Juscelino Kubitschek propondo a construção de Brasília com a criação da Novacap, assinada no Aeroporto de Anápolis na madrugada de 18 de Abril de 1956.


Em 18 de abril de 1956, Juscelino assinou nesse aeroporto, a Mensagem nº 156, a "Mensagem de Anápolis" – que dispunha sobre a mudança da Capital Federal e a criação da sua construtora Novacap – que foi enviada ao Congresso Nacional, onde tramitou sob a forma do Projeto de Lei nº 1.234, de 1956, aprovado, na Câmara, em 23 de agosto de 1956 e transformado na Lei nº 2.874, de 1956, sancionada em 19 de setembro do mesmo ano.


O Presidente Juscelino Kubitschek relata  o acontecimento da assinatura da "Mensagem de Anápolis" em uma de suas entrevistas já nos anos 1970.


É essa passagem da entrevista com o relato que estamos buscando para fazer uma reconstituição da cena da assinatura da "Mensagem de Anápolis", uma vez que não existe ou não se conhece nenhum registro filmado ou fotografado desse importante acontecimento histórico.


 Segundo relatos publicados, aconteceu que, naquele 18 de abril de 1956, o presidente da República embarcou num avião da FAB, no Rio de Janeiro, para uma viagem a Manaus. 


JK havia planejado pousar em Goiânia, uma cidade recém construída, para assinar e festejar a mensagem ao Congresso do projeto de lei sobre a mudança da capital federal. 


O criador da capital queria fazer um ato público, a ter lugar na principal praça da capital do estado, durante o qual assinaria a mensagem que seria enviada ao Congresso Nacional.


Antes da descida, o avião presidencial deparou com uma imensa aglomeração à espera da chegada da comitiva. À frente, porém, uma nuvem branca, cerrada e densa, estacionou exatamente em cima da pista. A solução foi se encaminhar a Anápolis, que possuía seu aeroporto onde JK já estivera por outras vezes durante a sua campanha para presidente e que tinha até vôos internacionais, onde o avião pousou antes das cinco horas da manhã.


Depois de aterrissar, a delegação se encaminhou para a casa que servia de residência ao casal que cuidava do aeroporto, onde foi oferecido um café da manhã à comitiva.


Na presença de poucas pessoas, JK sacou da caneta e assinou ali mesmo a mensagem para o Congresso sobre a transferência da Capital do Rio para Brasília e ainda marcou a data de inauguração. 


Antes de assinar, de próprio punho, JK riscou a palavra Goiânia e escreveu Anápolis, 18 de Abril de 1956

MENSAGEM DE ANÁPOLIS 70 ANOS

 Capítulo 1

Aos Ventos que virão 

18 de Abril de 1956

Grande Data. completam se 70 Anos da Mensagem de Anápolis ao Congresso Nacional propondo a construção de Brasília com a criação da Novacap, assinada por Juscelino Kubitschek no Aeroporto de Anápolis na madrugada de 18 de Abril de 1956.

Em 18 de abril de 1956, Juscelino assinou nesse aeroporto, a Mensagem nº 156, a "Mensagem de Anápolis" – que dispunha sobre a mudança da Capital Federal e a criação da sua construtora Novacap – que foi enviada ao Congresso Nacional, onde tramitou sob a forma do Projeto de Lei nº 1.234, de 1956, aprovado, na Câmara, em 23 de agosto de 1956 e transformado na Lei nº 2.874, de 1956, sancionada em 19 de setembro do mesmo ano.

O Presidente Juscelino Kubitschek relata  o acontecimento da assinatura da "Mensagem de Anápolis" em uma de suas entrevistas já nos anos 1970.

É essa passagem da entrevista com o relato que estamos buscando para fazer uma reconstituição da cena da assinatura da "Mensagem de Anápolis", uma vez que não existe ou não se conhece nenhum registro filmado ou fotografado desse importante acontecimento histórico.

 Segundo relatos publicados, aconteceu que, naquele 18 de abril de 1956, o presidente da República embarcou num avião da FAB, no Rio de Janeiro, para uma viagem a Manaus. 

JK havia planejado pousar em Goiânia, uma cidade recém construída, para assinar e festejar a mensagem ao Congresso do projeto de lei sobre a mudança da capital federal. 

O criador da capital queria fazer um ato público, a ter lugar na principal praça da capital do estado, durante o qual assinaria a mensagem que seria enviada ao Congresso Nacional.

Antes da descida, o avião presidencial deparou com uma imensa aglomeração à espera da chegada da comitiva. À frente, porém, uma nuvem branca, cerrada e densa, estacionou exatamente em cima da pista. A solução foi se encaminhar a Anápolis, que possuía seu aeroporto onde JK já estivera por outras vezes durante a sua campanha para presidente e que tinha até vôos internacionais, onde o avião pousou antes das cinco horas da manhã.

Depois de aterrissar, a delegação se encaminhou para a casa que servia de residência ao casal que cuidava do aeroporto, onde foi oferecido um café da manhã à comitiva.

Na presença de poucas pessoas, JK sacou da caneta e assinou ali mesmo a mensagem para o Congresso sobre a transferência da Capital do Rio para Brasília e ainda marcou a data de inauguração. 

Antes de assinar, de próprio punho, JK riscou a palavra Goiânia e escreveu Anápolis, 18 de Abril de 1956

 


MENSAGEM DE ANÁPOLIS 70 ANOS

Capítulo 1

Aos Ventos que virão 

18 de Abril de 1956

Grande Data. completam se 70 Anos da Mensagem de Anápolis ao Congresso Nacional propondo a construção de Brasília com a criação da Novacap, assinada por Juscelino Kubitschek no Aeroporto de Anápolis na madrugada de 18 de Abril de 1956.

Em 18 de abril de 1956, Juscelino assinou nesse aeroporto, a Mensagem nº 156, a "Mensagem de Anápolis" – que dispunha sobre a mudança da Capital Federal e a criação da sua construtora Novacap – que foi enviada ao Congresso Nacional, onde tramitou sob a forma do Projeto de Lei nº 1.234, de 1956, aprovado, na Câmara, em 23 de agosto de 1956 e transformado na Lei nº 2.874, de 1956, sancionada em 19 de setembro do mesmo ano.

O Presidente Juscelino Kubitschek relata  o acontecimento da assinatura da "Mensagem de Anápolis" em uma de suas entrevistas já nos anos 1970.

É essa passagem da entrevista com o relato que estamos buscando para fazer uma reconstituição da cena da assinatura da "Mensagem de Anápolis", uma vez que não existe ou não se conhece nenhum registro filmado ou fotografado desse importante acontecimento histórico.

 Segundo relatos publicados, aconteceu que, naquele 18 de abril de 1956, o presidente da República embarcou num avião da FAB, no Rio de Janeiro, para uma viagem a Manaus. 

JK havia planejado pousar em Goiânia, uma cidade recém construída, para assinar e festejar a mensagem ao Congresso do projeto de lei sobre a mudança da capital federal. 

O criador da capital queria fazer um ato público, a ter lugar na principal praça da capital do estado, durante o qual assinaria a mensagem que seria enviada ao Congresso Nacional.

Antes da descida, o avião presidencial deparou com uma imensa aglomeração à espera da chegada da comitiva. À frente, porém, uma nuvem branca, cerrada e densa, estacionou exatamente em cima da pista. A solução foi se encaminhar a Anápolis, que possuía seu aeroporto onde JK já estivera por outras vezes durante a sua campanha para presidente e que tinha até vôos internacionais, onde o avião pousou antes das cinco horas da manhã.

Depois de aterrissar, a delegação se encaminhou para a casa que servia de residência ao casal que cuidava do aeroporto, onde foi oferecido um café da manhã à comitiva.

Na presença de poucas pessoas, JK sacou da caneta e assinou ali mesmo a mensagem para o Congresso sobre a transferência da Capital do Rio para Brasília e ainda marcou a data de inauguração. 

Antes de assinar, de próprio punho, JK riscou a palavra Goiânia e escreveu Anápolis, 18 de Abril de 1956

 


sexta-feira, 17 de abril de 2026

MENSAGEM DE ANÁPOLIS 70 ANOS

MENSAGEM DE ANÁPOLIS 70 ANOS

Capítulo 1

Aos Ventos que virão 

18 de Abril de 1956

Grande Data. completam se 70 Anos da Mensagem de Anápolis ao Congresso Nacional propondo a construção de Brasília com a criação da Novacap, assinada por Juscelino Kubitschek no Aeroporto de Anápolis na madrugada de 18 de Abril de 1956.

Em 18 de abril de 1956, Juscelino assinou nesse aeroporto, a Mensagem nº 156, a "Mensagem de Anápolis" – que dispunha sobre a mudança da Capital Federal e a criação da sua construtora Novacap – que foi enviada ao Congresso Nacional, onde tramitou sob a forma do Projeto de Lei nº 1.234, de 1956, aprovado, na Câmara, em 23 de agosto de 1956 e transformado na Lei nº 2.874, de 1956, sancionada em 19 de setembro do mesmo ano.

O Presidente Juscelino Kubitschek relata  o acontecimento da assinatura da "Mensagem de Anápolis" em uma de suas entrevistas já nos anos 1970.

É essa passagem da entrevista com o relato que estamos buscando para fazer uma reconstituição da cena da assinatura da "Mensagem de Anápolis", uma vez que não existe ou não se conhece nenhum registro filmado ou fotografado desse importante acontecimento histórico.

 Segundo relatos publicados, aconteceu que, naquele 18 de abril de 1956, o presidente da República embarcou num avião da FAB, no Rio de Janeiro, para uma viagem a Manaus. 

JK havia planejado pousar em Goiânia, uma cidade recém construída, para assinar e festejar a mensagem ao Congresso do projeto de lei sobre a mudança da capital federal. 

O criador da capital queria fazer um ato público, a ter lugar na principal praça da capital do estado, durante o qual assinaria a mensagem que seria enviada ao Congresso Nacional.

Antes da descida, o avião presidencial deparou com uma imensa aglomeração à espera da chegada da comitiva. À frente, porém, uma nuvem branca, cerrada e densa, estacionou exatamente em cima da pista. A solução foi se encaminhar a Anápolis, que possuía seu aeroporto onde JK já estivera por outras vezes durante a sua campanha para presidente e que tinha até vôos internacionais, onde o avião pousou antes das cinco horas da manhã.

Depois de aterrissar, a delegação se encaminhou para a casa que servia de residência ao casal que cuidava do aeroporto, onde foi oferecido um café da manhã à comitiva.

Na presença de poucas pessoas, JK sacou da caneta e assinou ali mesmo a mensagem para o Congresso sobre a transferência da Capital do Rio para Brasília e ainda marcou a data de inauguração. 

Antes de assinar, de próprio punho, JK riscou a palavra Goiânia e escreveu Anápolis, 18 de Abril de 1956

 


CAPÍTULO 1 AOS VENTOS QUE VIRÃO

 17 de Abril de 1956. Me preparando para encontrar JK no aeroporto 

quarta-feira, 1 de abril de 2026

ATORES E ATRIZES EM IA, MATÉRIA DE 2024 Opinião: o problema de rejuvenescer nossas megaestrelas no cinema

Novo filme de Tom Hanks pode levantar debate com o ator interpretando o personagem na adolescência

Holly Thomas, da CNN

Como qualquer cinéfilo que se preze (ou homem com mais de 40 anos) lhe dirá, a grande chance de Robert De Niro veio em “O Poderoso Chefão II”, de 1974. De Niro interpretou uma versão mais jovem de Vito Corleone, o chefe da máfia cuja interpretação original de Marlon Brando é lendária 

Quarenta e cinco anos depois, De Niro estrelou como outro gângster no épico de Martin Scorsese de 2019, “O Irlandês”. O filme acompanha o progresso de Frank Sheeran por mais de cinco décadas, de 1949 a 2000, quando ele estava já idoso em uma casa de repouso.

Como ator já na casa dos 70 anos, De Niro era ideal para interpretar o Sheeran mais velho. Ao contrário de “O Poderoso Chefão II”, no entanto, nenhum novato foi convocado para interpretar seu colega mais jovem. Graças à tecnologia antienvelhecimento, De Niro retratou Sheeran ao longo de sua vida, com as linhas de seu rosto suavizadas digitalmente.

O filme recebeu ótimas críticas e 10 indicações ao Oscar de 2020. Também acelerou um debate sobre o envelhecimento que parece prestes a aumentar com o tão aguardado lançamento de “Here”, com estreia prevista para 15 de novembro

“Here” apresenta Tom Hanks e Robin Wright, que têm 67 e 58 anos, respectivamente, interpretando personagens desde a adolescência até os 80 anos.

O diretor do filme, Robert Zemeckis, comparou seu estilo visual ao dos filmes mudos. Se “O Irlandês” servir de referência, suspeito que os recursos de botox digital de Hanks e Wright irão infundi-lo com uma aura igualmente chocante de irrealidade.

Um pequeno esclarecimento antes de prosseguirmos: existem algumas maneiras de fazer os atores parecerem mais jovens na tela usando a tecnologia, cada uma com vantagens e desvantagens. A técnica de rejuvenescimento em “O Irlandês” usa um software baseado em luz chamado FLUX. Basicamente, ele implanta câmeras extras e usa software de Inteligência Artificial para corrigir as rugas do ator, mas não altera muito o formato do rosto.

Em “Projeto Gemini”, de 2019, no entanto, a versão mais jovem do personagem de Will Smith, Henry Brogan, tem uma cabeça totalmente CGI [gerada por computador], animada via captura de movimento à la Gollum de Andy Serkis na trilogia "O Senhor dos Anéis".

Ao contrário do “jovem” Sheeran, que não se parece em nada com De Niro em seu auge, as maçãs do rosto salientes e o queixo fino de Brogan lembram um Smith da era Fresh Prince, embora aquele que poderia ter sido retirado diretamente de um jogo de computador, recusou-se a atuar usando capacete e marcadores e, sendo De Niro, conseguiu o que queria, daí o uso da tecnologia FLUX como resultado.

O diretor Quentin Tarantino disse que se acostumou com o envelhecimento muito rapidamente quando viu “O Irlandês” no cinema, mas “notou mais” quando assistiu na TV.

O cineasta britânico George Miller, que dirigiu "Furiosa e criou a franquia "Mad Max", disse que considerou escalar Charlize Theron novamente para o papel principal e rejuvenescê-la, mas decidiu depois de assistir “O Irlandês” e “Projeto Gemini” que não seria “persuasivo”.

Um problema recorrente é que, a menos que você use um rosto inteiramente CGI, que pode ser sobreposto ao corpo de outro ator, você ainda estará restrito à fisicalidade do ator mais velho. Há uma parte dolorosa em “O Irlandês” quando um Sheeran supostamente jovem chuta outro personagem fora de sua loja. Sheeran pretendia emanar vigor e intimidação, mas ele “persegue” o cara com movimentos afetados e pesados.

Há um problema semelhante em “Indiana Jones e a Relíquia do Destino”Indy, interpretado por Harrison Ford, que tinha 80 anos quando o filme foi lançado, é perseguido por um trem cheio de nazistas em uma cena de flashback, mas apesar do rosto jovem, o desempenho é letárgico em comparação com o afiado Indy do passado.

A mesma coisa em Capitã Marvel de 2019, quando um rejuvenescido Samuel L Jackson tentou protagonizar uma grande cena de luta como Nick Fury e nenhum ator, não importa o quão habilidoso seja, pode voltar no tempo.

É por isso que as megaestrelas rejuvenescidas sempre parecem um pouco nojentas. Embora seja sem dúvida útil - e a reformulação de nomes conhecidos vem com sua própria bagagem - você sente que diretores e produtores estão tentando capitalizar a nostalgia evocada pela reencarnação dos atores em vez de tentar algo novo.

No trailer de “Here”, o personagem de Hanks ostenta um corte de cabelo que poderia ter sido retirado diretamente de seu sucesso de 1988, “Big”. É manipulador e parece resultar da mesma ansiedade que faz Hollywood produzir remakes e sequências.Dada a enorme quantidade de tempo e dinheiro que os cineastas investiram no envelhecimento, parece uma pena que seus esforços não possam ser redirecionados em promover novos talentos.

Timothée Chalamet interpretou o jovem Casey Affleck em “Interestelar”, de 2014; Gwyneth Paltrow interpretou a jovem Maggie Smith em “Hook: A Volta do Capitão Gancho”, de 1991; e Michael Cera interpretou o jovem Sam Rockwell em “Confissões de uma Mente Perigosa”, de 2002. A versão mais nova de Brando por De Niro, o maior ator de sua geração, colocou-o no caminho para se tornar o maior ator de sua própria geração.

domingo, 15 de março de 2026

 

Quadra 508 Sul: o Marco-zero da cultura de Brasília

Da rebeldia intelectual à efervescência cultural, a história de como a juventude e os artistas ajudaram a moldar a cena cultural de Brasília nos anos 1960 e 1970.

reflete o desconforto e a desarmonia do destemido poeta francês com a sociedade burguesa e materialista europeia do mundo industrial e urbano então em ascensão

STF FORMA MAIORIA PARA MANTER PRISÃO DO BANQUEIRO DANIEL VORCARO

A Segunda Turma do STF formou maioria para manter a prisão de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. Com os votos de André Mendonça, Luiz Fux e Nunes Marques, a Corte mantém o banqueiro detido em meio a investigações sobre uma fraude de R$ 50 bilhões. O caso gera grande expectativa em Brasília sobre uma possível delação premiada de Vorcaro. ➡️ Acesse o site do Correio para ler mais notícias 📽️ Carlos Alexandre/CB/DA Press #CBShorts ================================================= INSCREVA-SE EM NOSSO CANAL NO YOUTUBE: www.youtube.com/@correio.braziliense Siga o Correio Braziliense nas redes sociais: Instagram - https://www.instagram.com/correio.braziliense/ Twitter - https://twitter.com/correio Facebook - https://www.facebook.com/correiobraziliense/ WhatsApp - https://www.whatsapp.com/channel/0029VaB1U9a002T64ex1Sy2w Threads - https://www.threads.net/@correio.braziliense TikTok - https://www.tiktok.com/@correio.braziliense Bluesky - https://bsky.app/profile/correiocb.bsky.social ================================================= #CorreioBraziliense #Notícias

APÓS POLÊMICA COM ERIKA HILTON, RATINHO AFIRMA: "NÃO VOU ME CALAR"

O apresentador Ratinho defendeu suas recentes declarações polêmicas sobre a deputada Erika Hilton, alvo de questionamentos durante o seu programa de TV. Ao afirmar que a parlamentar "não é mulher", o apresentador desencadeou uma reação jurídica da deputada, que acionou órgãos de controle em São Paulo. Em vídeo e postagens, Ratinho reiterou que não recuará de suas opiniões e convidou outros profissionais da comunicação a adotarem a mesma postura de "não silêncio" diante de debates políticos. ================================================= INSCREVA-SE EM NOSSO CANAL NO YOUTUBE: www.youtube.com/@correio.braziliense Siga o Correio Braziliense nas redes sociais: Instagram - https://www.instagram.com/correio.braziliense/ Twitter - https://twitter.com/correio Facebook - https://www.facebook.com/correiobraziliense/ WhatsApp - https://www.whatsapp.com/channel/0029VaB1U9a002T64ex1Sy2w Threads - https://www.threads.net/@correio.braziliense TikTok - https://www.tiktok.com/@correio.braziliense Bluesky - https://bsky.app/profile/correiocb.bsky.social ================================================= #CorreioBraziliense #Notícias

DAMARES ALVES FALA SOBRE INVESTIGADOS NA CPMI: "NÃO VOU ME OMITIR"

Em vistoria aos documentos da CPMI do INSS nesta sexta-feira (13), Damares Alves declarou que a investigação busca o "cérebro" por trás das fraudes que lesaram o sistema previdenciário brasileiro. Com o suporte de instituições como a CGU e o Banco Central, a senadora afirmou que o caso Banco Master não é uma iniciativa isolada, mas parte de uma força-tarefa robusta para combater irregularidades. Questionada sobre possíveis envolvimentos políticos, Damares garantiu que não haverá omissão, reforçando seu compromisso com a transparência independentemente da coloração partidária dos suspeitos. ================================================= INSCREVA-SE EM NOSSO CANAL NO YOUTUBE: www.youtube.com/@correio.braziliense Siga o Correio Braziliense nas redes sociais: Instagram - https://www.instagram.com/correio.braziliense/ Twitter - https://twitter.com/correio Facebook - https://www.facebook.com/correiobraziliense/ WhatsApp - https://www.whatsapp.com/channel/0029VaB1U9a002T64ex1Sy2w Threads - https://www.threads.net/@correio.braziliense TikTok - https://www.tiktok.com/@correio.braziliense Bluesky - https://bsky.app/profile/correiocb.bsky.social ================================================= #CorreioBraziliense #Notícias

OSCAR 2026: CINE BRASÍLIA TERÁ TRANSMISSÃO GRATUITA DA CERIMÔNIA

O Cine Brasília convoca a capital para torcer por "O Agente Secreto" no Oscar deste domingo. A partir das 21h, a sala mais icônica da cidade transmite a festa gratuitamente, com entrada por ordem de chegada. Para quem ainda não viu o filme, haverá sessões especiais às 11h e 14h30 com brindes exclusivos. Bares da Asa Norte e Asa Sul também preparam programações especiais para a grande noite. ➡️ Acesse o site do Correio para ler mais notícias 📽️ Sibele Negromonte/CB/DA Press #CBShorts ================================================= INSCREVA-SE EM NOSSO CANAL NO YOUTUBE: www.youtube.com/@correio.braziliense Siga o Correio Braziliense nas redes sociais: Instagram - https://www.instagram.com/correio.braziliense/ Twitter - https://twitter.com/correio Facebook - https://www.facebook.com/correiobraziliense/ WhatsApp - https://www.whatsapp.com/channel/0029VaB1U9a002T64ex1Sy2w Threads - https://www.threads.net/@correio.braziliense TikTok - https://www.tiktok.com/@correio.braziliense Bluesky - https://bsky.app/profile/correiocb.bsky.social ================================================= #CorreioBraziliense #Notícias

'PODERIA SER FATAL', DIZ BIA KICIS APÓS INTERNAÇÃO DE BOLSONARO

“A próxima vez pode ser fatal”, afirmou a deputada Bia Kicis (PL-DF) em entrevista no hospital DFStar, onde o ex-presidente Jair Bolsonaro está internado desde ontem. Aliada de Bolsonaro, Kicis compareceu para conversar com os médicos do ex-presidente e entender a condição de saúde e o quadro clínico de Bolsonaro pela manhã. A deputada afirmou que a gravidade do estado de Bolsonaro desceu de 8 para 6, mas ainda é grave e preocupante. Voltou a pedir pela prisão domiciliar do ex-presidente, que cumpre pena de 27 anos na Papudinha e ressaltou que as visitas são restritas aos familiares. 📸 Eduarda Esposito/CB/DA Press ================================================= INSCREVA-SE EM NOSSO CANAL NO YOUTUBE: www.youtube.com/@correio.braziliense Siga o Correio Braziliense nas redes sociais: Instagram - https://www.instagram.com/correio.braziliense/ Twitter - https://twitter.com/correio Facebook - https://www.facebook.com/correiobraziliense/ WhatsApp - https://www.whatsapp.com/channel/0029VaB1U9a002T64ex1Sy2w Threads - https://www.threads.net/@correio.braziliense TikTok - https://www.tiktok.com/@correio.braziliense Bluesky - https://bsky.app/profile/correiocb.bsky.social ================================================= #CorreioBraziliense #Notícias

JORDY: "NOSSO OBJETIVO É O IMPEACHMENT DE MINISTROS DO STF"

A disputa em torno das investigações do Banco Master ganhou um novo capítulo após decisão da Segunda Turma do STF, que manteve Daniel Vorcaro encarcerado e direcionou a delação para a Polícia Federal. O deputado Carlos Jordy, entusiasta da medida, sustenta que o protagonismo da PF é fundamental para desvendar elos entre o banqueiro e ministros do STF. ================================================= INSCREVA-SE EM NOSSO CANAL NO YOUTUBE: www.youtube.com/@correio.braziliense Siga o Correio Braziliense nas redes sociais: Instagram - https://www.instagram.com/correio.braziliense/ Twitter - https://twitter.com/correio Facebook - https://www.facebook.com/correiobraziliense/ WhatsApp - https://www.whatsapp.com/channel/0029VaB1U9a002T64ex1Sy2w Threads - https://www.threads.net/@correio.braziliense TikTok - https://www.tiktok.com/@correio.braziliense Bluesky - https://bsky.app/profile/correiocb.bsky.social ================================================= #CorreioBraziliense #Notícias

De certo modo, nos anos 1960/1970 do século passado, "o homem de letras é inimigo do mundo". Paz e amor, pop art, movimento hippie, liberação feminina, Black Power, Beatles, paz no Vietnã, estética pessoal em desalinho, cabelos longos e descuidados, drogas, sexo, rock and roll, espiritualismo oriental, amor à natureza, roupas multicoloridas. Tudo contra a nova "Belle Époque" do pós-guerra e seus valores, formalidades e comportamentos. Um novo protagonista entrava em cena: o jovem! Em maio de 1968, a emblemática Paris, de Voltaire, mas também de Sartre, explode em convulsBrasília, que já havia realizado a primeira grande exposição de arte da cidade, em 1958, no Brasília Palace Hotel, organizada pelo peruano Felix Alejandro Barrenechea; o encerramento do Seminário Internacional sobre a Criação das Novas Cidades, também em 1958; em 1959, o grande Congresso Internacional de Críticos de Arte, organizado por Mário Pedrosa; a experiência luxuosa de Ferreira Gullar, como primeiro presidente da Fundação Cultura de Brasília, em 1961; e recebido as visitas de Frank Capra e André Malraux, entre outros, agora vivia à sombra dos governos militares. Em 1964, a UnB de Anísio Teixeira e Darcy Ribeiro e o Instituto Central de Artes (ICA) sofrem intervenção, seguida pela demissão e diáspora de uma plêiade de professores. Alcides Áquila da Rocha Miranda, Alfredo Ceschiatti, Athos Bulcão, Cláudio Santoro, Luiz Humberto Miranda, Nelson Pereira dos Santos, Paulo Emílio Salles Gomes e mais algumas dezenas deixaram a universidade.

Em 1968, com o AI-5, as tensões políticas e a violência inibiram e restringiram de forma mais intensa as atividades intelectuais e artísticas. Sem a UnB, sem um teatro para expressar sua criatividade — a Sala Martins Pena, no Teatro Nacional, era reservada para as agendas oficiais —, a juventude candanga e brasiliense inventava seus espaços de atividades musicais, teatrais e poéticas nas residências, no Elefante Branco, no Colégio Pré-Universitário, na Escola Parque, no Cine Brasília, na geodésica de Sérgio Prado, construída nos jardins da Escola Parque, na 308 Sul, e, quando possível, nos bares.

Em 1974, 10 anos depois do golpe militar, dois fatos sinalizaram o começo de um novo tempo, ainda distante. O general Ernesto Geisel, ao assumir a Presidência da República, em março de 1974, anunciou a famosa "abertura política, lenta, segura e gradual". Nas eleições legislativas de novembro daquele mesmo ano, o MDB — a oposição consentida naquele momento — venceu o pleito com expressiva maioria. Geisel nomeia o engenheiro Elmo Serejo governador de Brasília. Serejo convida o embaixador Wladimir Murtinho para a Secretaria de Educação e Cultura. Murtinho não era um candango qualquer: refinamento, civilização, elegância e cultura. Sinais dos tempos!

O ator João Antônio era assessor de teatro da Fundação Cultural de Brasília (criada por JK, em 1961, e, depois de 1964, Fundação Cultural do DF). Estávamos em 1973, e João sentia a tensão na cidade. Sempre que lhe era oportuno, solicitava ao diretor executivo da Fundação, Ruy Pereira da Silva, que um dos galpões da Novacap, localizados na W3 Sul (508), fosse cedido à Fundação para a realização de atividades culturais (teatro, dança, apresentações musicais, exposições etc.). No primeiro momento, foi criada uma galeria, inaugurada com uma exposição do renomado arquiteto japonês Kenzo Tange, amigo e interlocutor de Oscar Niemeyer e Lúcio Costa. Meses depois, duas novas galerias foram inauguradas.

Em 1975, já secretário de Educação e Cultura, Wladimir Murtinho determina a reforma do galpão que ficava ao lado das galerias, transformando-o em um teatro. Nascia o Teatro Galpão, o Galpãozinho! Mauro Bondi, então estudante de arquitetura da UnB, planejou e conduziu as adaptações do local. Com a peça "O homem que enganou o diabo e ainda pediu troco", do jornalista Luiz Gutemberg, com direção de Laís Adene, o Galpãozinho foi inaugurado em 20 de junho de 1975. Com a ação e o trabalho desses personagens edificantes de nossa cidade, a cultura brasiliense teria nova amplitude e significados.

Entravam em cena Iara Pietrovski, Hugo Rodas, Augusto Pontes, Renato Vasconcelos, Cristina Borracha, Nicolas Behr, Humberto Pedrancini, Jota Pingo, Oswaldo Montenegro, Tereza Rollemberg, Alexandre Ribondi, Neio Lúcio, Renato Russo, Cássia Eller e tantos outros que terão seus trabalhos e contribuições para a cultura brasiliense aqui revisitados. Como disse o sempre marcante TT Catalão: "A Quadra 508 Sul é o marco-zero da cultura de Brasília".

Jorge Henrique Cartaxo é jornalista, mestre em História pela Universidade
Paris-Sorbonne, sócio-fundador
do Instituto Histórico do Tocantins,
sócio-correspondente do Instituto
Histórico de Goiás e diretor de
Relações Institucionais do IHG-DF